quarta-feira, 27 de julho de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Um Casamento com Deus
INTRODUÇÃO
Pense num relacionamento com Deus como um casamento.
A não ser que você se case bêbado, de cueca e meias, numa capela a meia noite em Las Vegas, existe um periodo natural pre-casamento que vai desde a aproximação, conhecer a pessoa até chegar ao casamento. Podemos dividir em fases e atravez de cada fase podemos entender um como se dá um relacionamento com Deus!
Para que a ideia fique bem expressa e compensar o tempo, aliás, o muito tempo que não escrevo aqui, vou dedicar uma postagem para cada tema.
Um Casamento com Deus- parte 1
FASE 1
APROXIMAÇÃO
Mesmo que você não acredite em amor a primeira vista certamente você lembra o primeiro dia em que se aproximou da pessoa amada.Quem os apresentou, o assunto que conversaram o lugar etc.
Em relação a Deus, não é diferente.
Uma visita para assistir uma reunião numa igreja, um convite pra uma consagração, uma concentração de fé e milagres ou ate uma reunião do FORÇA JOVEM no domingo as 16:00 na IGREJA UNIVERSAL são oportunidades pra que você se aproxime de Deus.
Essa aproximação depende mais de você do que de Deus, uma vez que Ele já te conhece e te ama desde antes de você nascer. Um amor quase platônico não é ? como aquela menina (o) que você dizia pra rua toda que era sua namorada (o) e só não deixava ela saber!
E aquele caso do casal que morava na mesma rua, estudaram na mesma escola, frequentavam os mesmos bailes sem antes se notarem ? Não é esse o caso daquelas pessoas que praticamente nasceram num berço cristão? Vão a igreja desde muito cedo. Seguem rigorosamente uma rotina religiosa pensando ser o suficiente mas na verdade nunca chegaram a conhecer de fato o Amor do Senhor Jesus!
Falo com propriedade pois foi o meu caso!
Lembro que cheguei a igreja com minha vó muito pequeno mas, só ouve um interesse de minha parte a ter uma aproximação de Deus e saber de verdade quem Ele era já quase 20 anos de idade. Quanto tempo perdido não?
Outro fator interessante nessa fase é que você pode até chegar a ouvir falar de uma pessoa, ver ela passar do outro lado da sua rua, até se aproximar dela. Mas se não houver um interesse de sua parte em conhece-la pode ser até que nasça até uma boa amizade mas nunca um sério relacionamento!
Um Casamento com Deus- parte 2
FASE 2
NAMORO
Bem, vamos entrar numa maquina do tempo voltar a um passado "distante" pra resgatar algo que esta quase em extinção hoje em dia: O NAMORO!
Um dos primeiros passos que se é (ou era) tomado para assumir um compromisso com uma pessoa era a pedir em namoro, certo? E o que geralmente simboliza (ou simbolizava) esse compromisso?
Uma aliança!
Num relacionamento com Deus podemos entender essa aliança como o BATISMO NAS ÁGUAS, pois quando alguém assume um compromisso com o Senhor Jesus e entendo o significado e a importância do batismo nas águas, ela logo o realiza.
O batismo nas águas significa o sepultamento da velha criatura, a renuncia a uma natureza pecaminosa, o abandono de uma vida desregrada etc. Não é o mesmo num namoro?
Lembro da minha primeira namorada e o quanto era difícil renunciar certas coisas que eu costumava fazer como futebol aos sábados, o pagode, as baladas, amizade com outras meninas e até o sono, já que adorava tirar um cochilo aos sábados a tarde depois do futebol. Tudo isso para agradar a pessoa que eu tanto gostava!
Claro que tudo isso são apenas alguns meros exemplo.
A luta para deixar de fazer tudo isso também pode ser comparada ao PROCESSO DE LIBERTAÇÃO!
Quantas vezes eu já arrumado pra ir pra casa da namorada e pintava um convite de ultima hora pra uma roda de samba, um futebol...
O mesmo acontece quando a pessoa esta no preiodo de libertação. O mal envia pessoas para o fazer desistir e abandonar a fé. É uma verdadeira guerra, já que as forças espirituais do mal não vao querer perder um "namorado" de mão beijada!
Claro que num namoro comum toda essa guerra as vezes não vale a pena, mas num relacionamento com Deus, concerteza a recompensa não tem preço!
Um Casamento com Deus - parte 3
FASE 3
NOIVADO
Normalmente, pessoas se casam por uma força denominada amor que nasce entre elas ao ponto de uma não imaginar viver sem a compania da outra.
Mas para toda fase na vida existe fase de preparação, e a fase de preparação para um casamento geralmente é o noivado!
Vejo o noivado como o periodo em que o casal começa a projetar uma vida a dois. Compram móveis, escolhem o lugar onde vão morar, e o principal: planejam a cerimônia do casamento!
No relacionamento com Deus é assim que acontece também.
A pessoa reconhece não ter mais salvação pra si longe da presença do Senhor Jesus, reconhece que é um poço de erros e pecados e O aceita como Unico e suficiente Senhor e Salvador.
Esse periodo pode ser entendido como o NOVO NASCIMENTO.
Outro fator interessante é que assim como o casal monta uma casa pra viver uma vida a dois, é necessario que esvaziemos nossa casa, O CORAÇÃO, para que a presença de Deus faça morada dentro de nós.Temos que nos livrar de tudo aquilo que prejudique uma boa convivencia com o nosso Noivo, a exemplo que aconteceu na campanha realizada pela IURD, o propósito de 21 dias de jejum e desentoxicação de toda i nformação secular: Ah Qeu Dia! Somente depois de toda nos esvaziarmos de si mesmos estará tudo pronto para o grande dia!
Um Casamento com Deus- parte 4
FASE 4
CASAMENTO
Ah, que dia!
O dia da troca de alianças pra de fato selarem uma relaçao. Na verdade nao se é necessario que se troquem aliança para serem casados, mas num relacionamento com Deus essa aliança é extritamente necessaria.
Que aliança é essa?
O SELO.
Assim como o casal troca alianças que simbolizam e selam sua relação, o simbolo ou SELO dessa aliança com Deus, que é o Espirito Santo, mostra as forças do mal que temos um parceiro, um aliado... Um Noivo!
Somente no dia que se há de fato um encontro com Deus que você realmente se torna Dele!
Bem, assim terminamos o assunto casamento com Deus. Mas é importante saber que por mais que exista uma serie de etapas a serem enfrentadas, infelismente não são todos que se esforçam para chegar ao final.
Quantos num relacionamento não desistem na primeira briga, ou enrolam por não terem coragem para enfrentar a etapa seguinte, etc. Outros até mesmo se divorciam alegando que "o amor acabou" ou que "preferem ser feliz ao lado de outra pessoa".
Sendo Deus a fonte do amor, como poderá Ele se acabar? E tambem conhecemos bem quem é a outra unica pessoa no outro lado nessa relação: O DIABO!
Nao havendo possibilidade de ficar "solteiro" espiritualmente falando, será que não vale a pena investir numa relação com Deus (por mais dificil que seje enfrentar as adversidades) sabendo que a recompensa é imensuravel tanto nessa vida como em toda eternidade?
quinta-feira, 26 de maio de 2011
PalaVra AMiga do BispO maCEdO 25/05/2011
paLAvra amiga dia 25 de maio 2011 tema como devo pensaR e partIcipaçãO dO pR jeAn maDEiRA lideR dO FOrça jOveM bRAsIl e TEsteMunhO de tRAnsFOrmaçãO de JoveM
terça-feira, 17 de maio de 2011
A SIMBOLOGIA DO TEMPLO
A relação entre Jesus Cristo e o Templo
Como já foi explicado anteriormente, o Tabernáculo e o Templo de Salomão (o primeiro Templo), bem como o homem, são compostos por três partes principais: o pátio, o Santo Lugar e o Santo dos Santos. Desta forma, não há como não falarmos sobre o Senhor Jesus sem falar do Templo. A relação entre ambos é tamanha que é impossível dissociar, visto que o Templo fora todo planejado a fim de representar a salvação por meio de Jesus Cristo. Para entender melhor, vamos aos fatos.
Sempre que o Tabernáculo era montado, a cada vez que o povo de Israel parava no deserto, ele era organizado de dentro para fora, ou seja, a primeira parte a ser armada era o Santo dos Santos, e assim por diante os elementos eram dispostos até chegar ao átrio. Isso significa dizer que Deus inicia Seu tratamento espiritual em nós a partir de dentro, daquilo que temos de mais interior: o espírito. É interessante frisar também que as divisões do Templo correspondem às partes referentes ao ser humano, a saber: o corpo, a alma e o espírito.
Observando o gráfico acima, percebemos que o pátio (A) era composto pela porta, o altar e a pia. Essa relação significa que todo o Templo fora construído já se pensando na presença do Senhor Jesus. Ou seja, a porta, local por onde temos acesso aos lugares, inclusive no Templo, representa Jesus. Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens João 10:9.
Isso significa que assim como temos acesso ao Templo, entrando por uma porta, para termos acesso a Deus, temos de entrar pela Porta chamada Jesus. Pelo mesmo gráfico, é possível observar que da porta até o Santo Lugar (B), forma-se uma cruz (trajeto em vermelho, da porta até o Altar de incenso) e, acima dela, onde está o Santo dos Santos (C), encontra-se a Arca da Aliança (em amarelo), que simboliza a presença de Deus.
A porta do Templo simboliza Jesus Cristo e sacrifício (veja no gráfico). Por meio do Seu sacrifício de morte por cruz, passamos a ter acesso não apenas no Santo Lugar, visto que o véu se rasgou, mas à salvação. Porém, cada pessoa que decide entrar por esta Porta deve, tal qual Jesus, realizar seu sacrifício diário para obter a salvação. Ou seja, assim que entramos pela Porta, deixamos o mundo para trás e abandonamos nossas próprias convicções, vontades e desejos carnais.
Dado este passo, vem o segundo, que é o Altar (observe no gráfico, que é o primeiro lugar depois da porta). Assim que entramos pela Porta, vamos de encontro ao Altar, onde temos a oportunidade de morrer para a vida, a fim de vivermos uma nova com Deus. No altar havia o sacrifício de animais, que desprendiam um cheiro, que para Deus era como o de incenso. Assim também acontece conosco quando sacrificamos nossa vida no Altar. O cheiro que exala de nossa vida, a saber, o bom perfume que passamos a ter após o encontro com Deus, O agrada sobremaneira. Assim queimarás todo o carneiro sobre o altar; é um holocausto para o Senhor, cheiro suave; uma oferta queimada ao Senhor (Êxodo 29:18)
Quando saímos dali, encontramos a pia. Nela, após termos um verdadeiro Encontro com Deus, o primeiro desejo que nos vêm é o do batismo nas águas. Por meio dele, consolidamos a nossa morte, para ressurgirmos lavados dos nossos pecados e limpos de toda a impureza. De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida Romanos 6:4
Perceba a importância da organização interior do Templo de Salomão. Todo ele foi pensado e construído com o propósito da salvação através do Senhor Jesus. No pátio, por exemplo, (onde fica o altar e a pia), não havia cobertura. Significa dizer que o cristão que passa pela porta (Jesus), sacrifica suas vontades (no Altar) e em seguida se batiza (na Pia), ainda permanece no pátio, ficando exposto a todos os tipos de variações de clima e temperatura. Ou seja, por estar desprotegido, pode, facilmente, receber trovoadas, chuvas e vendavais de problemas. Algo que todo cristão tende a passar naturalmente, assim que aceita Jesus como seu único Senhor e Salvador.
Então, após o cristão passar por todas essas tribulações, ele entra no Santo Lugar, que representa a nossa alma. Neste momento, o nascido de Deus busca obter uma aproximação maior com o Criador. Assim, ele participa e come dos pães, que é a Palavra de Deus e a representação do próprio Senhor Jesus, e se sacia do Espírito Santo, que está tipificado na Menorá ou Candelabro (Leia Zacarias 4:6). Desta forma, o cristão pode se considerar apto a participar do Altar do Incenso, que nada mais é do que a oração.
Isso não quer dizer que a pessoa que não possui o Espírito Santo esteja impedida de orar, mas significa que é neste momento de aproximação e intimidade com Deus, representado no Santo Lugar, que as orações do cristão são realizadas com verdade, sinceridade e pelo Espírito Santo, haja vista ele não estar mais orando em favor de seus desejos ou vontades carnais, mas segundo a vontade de Deus.
Note que existe uma diferença muito grande entre as orações realizadas no pátio e no Santo Lugar. Enquanto que no primeiro oramos sem entendimento e de acordo com nossas vontades, no segundo, oramos com temor, reverência e desejando satisfazer os desejos do coração do Pai.
Sendo assim, finalmente, após o cristão passar por todo este caminho espiritual, chega o momento de ele adentrar no Santíssimo Lugar ou no Santo dos Santos (C). Neste local, há somente a Arca da Aliança, representando a presença de Deus. O que aprendemos com isso, então, é que com o sacrifício de Jesus, podemos ter acesso a Ele, mas, se nós também não sacrificarmos a nossa vida em prol da Sua, não conseguiremos chegar até o Santíssimo Lugar e, tampouco, alcançaremos a salvação eterna.
Portanto, se almejamos salvar a nossa alma, devemos observar o exemplo do Senhor Jesus para todos nós, que foi e é o de sacrificar. Como podemos ver no gráfico, o sacrifício está na porta, nos dizendo que somente por este meio existe a possibilidade de chegarmos até Deus.
CONTEUDO EXTRAIDO DO BLOG DO BISPO MACEDO
www.bispomacedo.com/blog
Como já foi explicado anteriormente, o Tabernáculo e o Templo de Salomão (o primeiro Templo), bem como o homem, são compostos por três partes principais: o pátio, o Santo Lugar e o Santo dos Santos. Desta forma, não há como não falarmos sobre o Senhor Jesus sem falar do Templo. A relação entre ambos é tamanha que é impossível dissociar, visto que o Templo fora todo planejado a fim de representar a salvação por meio de Jesus Cristo. Para entender melhor, vamos aos fatos.
Sempre que o Tabernáculo era montado, a cada vez que o povo de Israel parava no deserto, ele era organizado de dentro para fora, ou seja, a primeira parte a ser armada era o Santo dos Santos, e assim por diante os elementos eram dispostos até chegar ao átrio. Isso significa dizer que Deus inicia Seu tratamento espiritual em nós a partir de dentro, daquilo que temos de mais interior: o espírito. É interessante frisar também que as divisões do Templo correspondem às partes referentes ao ser humano, a saber: o corpo, a alma e o espírito.
Observando o gráfico acima, percebemos que o pátio (A) era composto pela porta, o altar e a pia. Essa relação significa que todo o Templo fora construído já se pensando na presença do Senhor Jesus. Ou seja, a porta, local por onde temos acesso aos lugares, inclusive no Templo, representa Jesus. Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens João 10:9.
Isso significa que assim como temos acesso ao Templo, entrando por uma porta, para termos acesso a Deus, temos de entrar pela Porta chamada Jesus. Pelo mesmo gráfico, é possível observar que da porta até o Santo Lugar (B), forma-se uma cruz (trajeto em vermelho, da porta até o Altar de incenso) e, acima dela, onde está o Santo dos Santos (C), encontra-se a Arca da Aliança (em amarelo), que simboliza a presença de Deus.
A porta do Templo simboliza Jesus Cristo e sacrifício (veja no gráfico). Por meio do Seu sacrifício de morte por cruz, passamos a ter acesso não apenas no Santo Lugar, visto que o véu se rasgou, mas à salvação. Porém, cada pessoa que decide entrar por esta Porta deve, tal qual Jesus, realizar seu sacrifício diário para obter a salvação. Ou seja, assim que entramos pela Porta, deixamos o mundo para trás e abandonamos nossas próprias convicções, vontades e desejos carnais.
Dado este passo, vem o segundo, que é o Altar (observe no gráfico, que é o primeiro lugar depois da porta). Assim que entramos pela Porta, vamos de encontro ao Altar, onde temos a oportunidade de morrer para a vida, a fim de vivermos uma nova com Deus. No altar havia o sacrifício de animais, que desprendiam um cheiro, que para Deus era como o de incenso. Assim também acontece conosco quando sacrificamos nossa vida no Altar. O cheiro que exala de nossa vida, a saber, o bom perfume que passamos a ter após o encontro com Deus, O agrada sobremaneira. Assim queimarás todo o carneiro sobre o altar; é um holocausto para o Senhor, cheiro suave; uma oferta queimada ao Senhor (Êxodo 29:18)
Quando saímos dali, encontramos a pia. Nela, após termos um verdadeiro Encontro com Deus, o primeiro desejo que nos vêm é o do batismo nas águas. Por meio dele, consolidamos a nossa morte, para ressurgirmos lavados dos nossos pecados e limpos de toda a impureza. De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida Romanos 6:4
Perceba a importância da organização interior do Templo de Salomão. Todo ele foi pensado e construído com o propósito da salvação através do Senhor Jesus. No pátio, por exemplo, (onde fica o altar e a pia), não havia cobertura. Significa dizer que o cristão que passa pela porta (Jesus), sacrifica suas vontades (no Altar) e em seguida se batiza (na Pia), ainda permanece no pátio, ficando exposto a todos os tipos de variações de clima e temperatura. Ou seja, por estar desprotegido, pode, facilmente, receber trovoadas, chuvas e vendavais de problemas. Algo que todo cristão tende a passar naturalmente, assim que aceita Jesus como seu único Senhor e Salvador.
Então, após o cristão passar por todas essas tribulações, ele entra no Santo Lugar, que representa a nossa alma. Neste momento, o nascido de Deus busca obter uma aproximação maior com o Criador. Assim, ele participa e come dos pães, que é a Palavra de Deus e a representação do próprio Senhor Jesus, e se sacia do Espírito Santo, que está tipificado na Menorá ou Candelabro (Leia Zacarias 4:6). Desta forma, o cristão pode se considerar apto a participar do Altar do Incenso, que nada mais é do que a oração.
Isso não quer dizer que a pessoa que não possui o Espírito Santo esteja impedida de orar, mas significa que é neste momento de aproximação e intimidade com Deus, representado no Santo Lugar, que as orações do cristão são realizadas com verdade, sinceridade e pelo Espírito Santo, haja vista ele não estar mais orando em favor de seus desejos ou vontades carnais, mas segundo a vontade de Deus.
Note que existe uma diferença muito grande entre as orações realizadas no pátio e no Santo Lugar. Enquanto que no primeiro oramos sem entendimento e de acordo com nossas vontades, no segundo, oramos com temor, reverência e desejando satisfazer os desejos do coração do Pai.
Sendo assim, finalmente, após o cristão passar por todo este caminho espiritual, chega o momento de ele adentrar no Santíssimo Lugar ou no Santo dos Santos (C). Neste local, há somente a Arca da Aliança, representando a presença de Deus. O que aprendemos com isso, então, é que com o sacrifício de Jesus, podemos ter acesso a Ele, mas, se nós também não sacrificarmos a nossa vida em prol da Sua, não conseguiremos chegar até o Santíssimo Lugar e, tampouco, alcançaremos a salvação eterna.
Portanto, se almejamos salvar a nossa alma, devemos observar o exemplo do Senhor Jesus para todos nós, que foi e é o de sacrificar. Como podemos ver no gráfico, o sacrifício está na porta, nos dizendo que somente por este meio existe a possibilidade de chegarmos até Deus.
CONTEUDO EXTRAIDO DO BLOG DO BISPO MACEDO
www.bispomacedo.com/blog
segunda-feira, 16 de maio de 2011
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